quinta-feira, 23 de julho de 2009

Real Carazinhense

Buenas leitores, seguidores e militantes do Mate do Cabral.
Tô de volta.
Antes de mais nada, gostaria de relembrar o feito de domingo passado. O verdadeiro Grenal do século!
A superioridade se impôs, a mostra de qualidade aliada à garra foram suficientes para a derrota do grande rival.
Com empenho e apoio da torcida, acredito que esse ano pode ser de felicidades para os torcedores Azuis, Negros e Brancos. Vamo meu Greminho.


Esse final de semana, estou de viagem marcada, e o destino é Carazinho. Cidade interiorana próxima a Passo Fundo, aqui mesmo no Rio grande do Sul.
O motivo dessa viagem, é o aniversário do meu tio Luis Alfredo. Ele, irmão mais velho do meu pai.
A minha última visita lá, se não me engano em 2005, tivemos um jogo de futebol, e apelidei o time de Real Carazinhense (vide foto). Time composto de primos e tios, lance bem familia.
O jogo foi muito engraçado, cheio de lances bizarros e muitos gols, óbvio ganhamos (rsrsrs) e neste sábado tem mais.

Sem contar a festa e as delícias preparadas pela tia Geni, que nos aguardam para comemorar o aniversário do Tio. Promete!

Grande abraço e um grande beijo e até breve.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Marcado de poeira e pampa.

Buenas indiada companheira do Mate do Cabral.

De arrancada peço humildes desculpas, pois já se vão em torno de 20 dias sem postar. Novo trabalho tá corrido, mas tô gostando muito!


De volta a posição de singelo escritor, em pouco tempo pensei em um bom tema para abordar e resolvi falar de tatuagem. Das minhas!


Como acho que todos sabem, a tatuagem é uma expressão artistica antiguissima, povos da ásia e áfrica há muito tempo atrás já tatuavam seus corpos. E de uns 10 anos pra cá, o povo tem aceitado como parte de expressão artistica corporal e não simbolismo de presidiario, marinheiro ou bombeiro.

Eu me incluo no povo da última decada.


Como alguns sabem e se não sabem, me questionem, em 2004 sofri um acidente bem sério e uma das coisas que fiz quando retornei a 100%, foi me tatuar. Eu tinha apenas 14 anos. A escolha? Uma frase típica gaúcha (capaz), que no momento e acho que pra sempre, vai exprimir toda minha luta pela vida. "Não tá morto quem peleia"!


Um ano depois tive a perda do meu pai, e estaria mentindo aqui. se dissesse que tatuei meu sobrenome no braço para homenagea-lo, a tatuagem do "Cabral" no braço vem como um tapa-buracos. Na época eu com 15 anos, queria na verdade um piercing na lingua, era a moda! Mas como há vários perigos pro tal piercing, resolvi tatuar meu apelido, meu sobrenome, o simblo da familia e o que me identifica até hoje. (a homenagem pro meu pai só veio tempo depois, que reparei que fora tudo isso, estava homenageando o sobrenome que ele me deu e tudo o que representa).


A terceira é vamos dizer, a verdadeira falta de não ter o que fazer. Admito! Eu e o João http://www.joaotattoo.net/ o responsável pelas artes, temos uma parceria. Indico meio mundo pra ele e ele me presenteia com tattoos. E esse foi um presente. Tatuei os ideogramas Japoneses Eficiente e Valente, há quem diga que não tem muito a ver comigo. Mas eu acho que tem e ponto! E eu tinha apenas 16 anos.


A quarta e última é essa da foto. A estatua do Laçador. Consegui meio que sem querer, expressar nela muito da minha personalidade. Quem conhece a história do laçador e a minha vai ver semelhanças. O laçador foi criado por tradicionalistas para mostrar ao estado, o país, o mundo o Movimento Tradicionalista Gaúcho. O laçador é o legitimo homem do campo, esfarrapado, que batalha pelas suas conquistas. Eu não sou do campo, não ando esfarrapo, mas me doô em busca das minhas conquistas! Também através dele consegui mostrar mais meu amor ao Rio Grande. E como eu sempre digo, sou diferenciado, e podem ver que o Laçador da tatuagem, não é em nada parecido com o da estatua, ele também é Diferenciado.